A regra existe. Sei que existe. E sei que, quando há prova, a punição é aplicada. Mas quem já passou por isso sabe que a ofensa dura segundos. Não dá tempo de gravar, não dá tempo de reagir. E quem está por perto, na maioria das vezes, prefere não se envolver.
Sei que não podem vigiar as calls.
Mas é nojento.
É imoral.
E toda vez que tento falar isso com algum moderador, são apenas burocratas que precisam da gravação de tela.
Referências:
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FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir: Nascimento da Prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987.
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BOURDIEU, Pierre. A Dominação Masculina. Tradução de Maria Helena Kühner. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003.
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BUTLER, Judith. Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade. Tradução de Renato Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
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ARENDT, Hannah. A Condição Humana. Tradução de Roberto Raposo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2007.
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FANON, Frantz. Pele Negra, Máscaras Brancas. Tradução de Renato da Silveira. Salvador: EDUFBA, 2008.
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ADORNO, Theodor W. Educação e Emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.
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SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Pode o Subalterno Falar?. Tradução de Sandra Regina Goulart Almeida. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2010.
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MARTIN-BARÓ, Ignacio. Psicología de la Liberación. Madrid: Trotta, 1998.
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TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América: A Questão do Outro. Tradução de Beatriz Perrone-Moisés. São Paulo: Martins Fontes, 1993.